Introspecções e seus desafios

Mesmo que as pessoas não nos reconheça, sigamos fazendo o nosso melhor, pois ninguém o fará igual.

Textos

A Formação do preconceito (com alterações)

 

“O ser humano é socialmente construído através de interações e produto de discursos      cultural e historicamente contingentes.”  BURR (1998). 

 

Jailton Silva       

                                                                                                                               

O objetivo desse artigo é colaborar com a discussão sobre alguns tipos de relutâncias que ocorrem no interior da sociedade humana, e que, por conta de choques ideológicos perpetuam-se, discussão e preconceito, aquela de forma ineficaz, e esse, de forma inovadora, servindo de plataforma de eleições e criador de títulos acadêmicos, provocador da criação de substantivos que o nominam, mas que ajudam em sua identificação, como peneira coando água.

 

Isso nos levou a discorrer sobre o tema “A formação do preconceito" por entendermos que, embora seja o exemplo, o maior agente de transformação, a palavra também tem peso, e é essa, o dom maior da existência humana, elemento mais importante na comunicação, mas também, forma enganosa, usada para deixar transparecer que algo está sendo feito, confundindo a sociedade e esquecendo que as palavras apenas movem, enquanto só o exemplo arrasta. Somos reprodutores de frases bonitas e produtores de novas formas de exclusão.

 

Nossas ideias a respeito do assunto, preconceito, buscaram apoio no pensar direto ou indiretamente de autores como o escritor Marcos Bagno - autor do livro Preconceito linguístico, professor Paulo Freire, o Professor Cortella e o Professor Santos - doutor em Sociologia, dentre outros.

 

Não temos a pretensão de detalhar como se dá, ou expor todas as formas de exclusão, visto que não existe maior ou menor, preconceito é preconceito, e trarão sofrimentos, seja qual for à sua forma. Entretanto, no texto, há a necessidade de que se cite algumas, o que faremos conforme visão empírica, mas buscaremos a ajuda de estudiosos, para entendermos melhor como se dá a dialética sobre a antecipação do conceito e suas origens.

 

A polissemia que cerca o substantivo alvo dessa discussão, e as tentativas de explicá-lo, por vezes, não dão conta de expressar tamanha a abrangência do léxico, mas provocam nessa incapacidade de produção, a abertura de campos semelhantes àqueles termos que reivindicam a paz causando guerra.

 

Anterior ao conhecimento, a preconcepção está presente entre os diversos grupos sociais, transformando diferenças em desigualdades, dando forma aos muitos monstros que ocupam o interior humano, independentemente se pobre, rico, analfabeto, letrado. Seja qual for o grupo étnico, todos podem estar acomodando pensamentos discriminadores e excludentes, mas é fácil notar quais sujeitos sofrem mais.

 

“O preconceito não passa de um conceito que criamos antes de saber o que aquilo realmente é, onde por esse falso conceito, muitas vezes maltratamos o próximo e nem pensamos nas consequências daquele ato”. https://jornaldigital2006.wordpress.com/tipos-de-preconceitos/

 

O preconceito é a expressão exacerbada do encontro das diferenças, mas movida pela inculcação, em algum momento, ou, podemos dizer, constantemente, imposta pelo pensar hegemônico, que antes era europeu, mas que agora desponta de forma aleatória entre as categorias, e tem o humano como seu suporte, envolve a tudo  e não somente o humano e suas características, visto que, se usarmos um simples exemplo como a questão dos animais de raça limpa e os denominados vira-latas, hoje tratados como SRD (sem raça definida), o nome da raça se sobressai à beleza e a resistência daqueles formados pela mistura, tal qual, o povo brasileiro em sua maioria. É a diferença causando a desigualdade.

 

Conforme SANTOS, Doutor em Sociologia do Direito pela Universidade de Yale (1973) e Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra: “Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.” Boaventura de Souza Santos.

 

A(s) ação(ões) preconceituosa(s) que presenciamos é resultado de uma educação semelhante, e por vezes, remanescente do sentimento que moveu a tentativa de branqueamento e a desqualificação dos chamados pardos, nas primeiras décadas do século XX, e final do século XIX. Naquela época, predominava os pensamentos voltados ao eurocentrismo, mas hoje, em um mundo dito globalizado, percebemos que se multiplicam as formas de exclusão e igualmente os motivos. Porém nos distanciaremos do objetivo se nos aprofundarmos no assunto, tal qual, se colocou no momento. Também não pretendemos abordar a questão racial, pois não faríamos jus à luta e sofrimento de todas as raças, como a dos primeiros povos brasileiros e outras, certamente, ressaltaríamos a uma, em detrimento de outra. Até porque é uma ideologia mais antiga que as datas citadas e que é confundida com sentimento na atualidade.

 

Uma prática pode virar costume quando repetida exaustivamente e cairá no automático, de tal maneira a nos esquecermos que fomos ensinados, naturalizando-a, assim como a ideia criada em algum momento da existência humana, que há indivíduos, maiores, melhores que outros. Todavia, não podemos esquecer que o sistema social impositor, também determina parâmetros que guiam as discussões a seu prazer. Discutimos apenas o que é predeterminado, mas essa afirmação não está escrita em nenhum lugar, apenas acontece.

 

Conforme o psicólogo Albert Bandura,(1925-2021), canadense, professor de psicologia social da Universidade de Stanford,  a interação entre fatores cognitivos, comportamentais e ambientais na formação da personalidade é determinante. O comportamento humano é baseado em interação dinâmica entre a pessoa e o ambiente onde vive.

 

Bandura é o criador da Teoria social-cognitiva, e por esse estudo, nos ofereceu opções para entender o quanto o ambiente pode interferir em nossos comportamentos e formas de pensar.

 

Para corroborar com essa discussão podemos lembrar que a Teoria de Charles Darwin, sobre a evolução das espécies, aonde, naquele momento era afirmado que só os mais fortes sobreviveriam, isso pela seleção natural, ideia e prática aceita no contrato social, no qual se apostava na dominação do forte sobre o fraco, originando a criação do Estado. Todavia, o Estado determina regras, leis para a boa convivência, mas, há coisas impossíveis de serem mensuradas, senão por suas consequências. Seria esse o caso do preconceito?

 

Então nesse universo de lutas, criado para a identificação de melhores e maiores humanos, naturalizamos a forma de ver sem enxergar, cegos que estamos pelas ideias já implantadas, ficamos experts em pré julgamento. Passamos a identificar diferenças, criando grupos de pessoas inferiores, já que, quem prejulga nunca se identifica com o julgado, do alto da sua superioridade apenas o analisa.

 

O prejulgamento e a forma como vem sendo discutido, causam sem sombra de dúvidas, um distanciamento entre o real e o ideal, pois esses, recheados de ideologias, são capazes de cegar e ensurdecer os seus defensores, e quando tratamos de promoção de igualdades, assistimos à eternização de discussões sobre demandas, as quais só se resolvem quando nos propomos a discuti-las despidos de nossas pseudo verdades, e assim aguçarmos o olhar em direção ao outro.

 

Uma questão interessante é o preconceito linguístico em um país como o Brasil, território povoado por diversas etnias, sejam elas referentes às nações nativas ou em relação às muitas nações que colaboraram com a dita “civilização” territorial.

 

Aceitamos que somos frutos do meio, influenciados e influenciadores, mas ainda nos espantamos e excluímos quando ouvimos um oxente, uai, bichim e outros que nem sabemos como escrever. Mas, mais ainda, quando se ouve, além do carrêgo no sotaque, um mê (relacionado ao eme), rê (relacionado ao erre) e outros. Isso pode despertar em muitos a sensação de superioridade e aí, adeus entendimento.

 

Conforme o escritor, professor, linguista e filósofo, autor do livro Preconceito linguístico (O que é, como se faz), Marcos Bagno, preconceito linguístico é: “todo juízo de valor negativo (de reprovação, de repulsa ou mesmo de desrespeito) às variedades linguísticas de menor prestígio social.” Então a polissemia passa a ser vítima da polifonia, a cultura perseguida pela aculturação, e instala-se um verdadeiro círculo vicioso.

 

Essa questão, na forma aqui abordada, se ampliará no mundo socioeconômico, o qual, já trata as expressões carregadas de regionalismos como a culturais, marginalizando seus portadores, supervalorizando a rigidez gramatical, e essa prática é tanto daqueles que deduzem conhecer um livro pela capa, como dos senhores das letras que discriminam seus companheiros de profissão, até mesmo pela fama da faculdade onde foi formado.

 

Daí, zaz!! damos à luz ao preconceito entre aqueles que deveriam combatê-lo, como os professores. Eis aí o grande risco, pessoas com poder de comunicação lançam palavras, as palavras formam ideias e ideologias, às quais, para serem contraditas, só terão êxito se acrescidas de exemplos reais, pois palavras eternizam embates e norteiam ações.

 

A presunção do conhecimento de algo ou alguém, já era debatida na antiguidade pelo filósofo Sócrates, na frase a ele atribuída historicamente: “Só sei que nada sei”, atual e totalmente cabível em nosso tempo, pois o conhecimento em épocas não tão distantes, havia em seu fazer a obrigação de ser antecedida pela prática.

 

Em toda história mundial é fácil encontrar pensadores citando a importância do conhecimento pela experiência, pela troca e ressaltando os efeitos benéficos da humildade no mundo da educação, entretanto, podemos observar a crescente onda valorativa de conhecimento, medido pelo sucesso de postagens nas redes sociais, pelo nome da faculdade onde estudou, ou pela quantidade de livros já publicados, ainda que tais ideias desagreguem a comunidade humana. Notamos a “informação” depondo contra o conhecimento, entretanto, é feito o que o sistema quer, inova-se os meios de discussão e culpabiliza alguém, mas sem determinar o nexo causal. O prefixo depõe contra o radical(in-formação).

 

Esse promotor de exclusão, avança por campos extensos e fundamentais na vida humana, dando o poder a seus adeptos de criar opiniões sobre assuntos e pessoas, apenas por um olhar, uma fala, por saber qual classe social e ou profissão, ao tempo que desenvolve meios de exclusão entre indivíduos, aumentando a distância entre o eu e a autonomia.

 

Sabe-se não haver ser autêntico, por sermos forjados na polifonia cultural, étnica, mas assim como o dito popular que diz, “quem conta um conto aumenta um ponto”, também cada indivíduo voluntariamente de forma consciente ou inconsciente, imprime sua marca na evolução humana.

 

É comum encontrarmos discursos que acedem às ideias do Professor Paulo Freire, o qual, no livro Pedagogia da Autonomia (edição 55, 2017) propõe que não há ser acabado, mas em sua evolução educacional o aprendiz ensina ao aprender, e ao ensinar também se aprende. Isso forma um círculo, e ao permitir o pensamento de detentores de conhecimento, quebra-se essa corrente, promovendo a criação de Deuses temporários, insustentáveis e ideias ultrapassadas.

 

Na atualidade surgiram muitas formas de nominar esse mau e sempre estão ligados à condição racial, ao gênero, condição econômica, origem, expressão religiosa e sexual e delas surgem as nomenclaturas. Conforme o site jornaldigital2006 no texto Preconceito /Discriminação:
Racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras.

Preconceito social é um juízo desfavorável em relação a vários objetos sociais, que podem ser pessoas, culturas. Enquanto o etnocentrismo é uma atitude na qual a visão ou avaliação de um grupo sempre seria baseada nos valores adotados pelo seu grupo, como referência, como padrão de valor. Mas soma-se a outras tantas formas de excluir, dentre elas o sexismo, o chauvinismo masculino, o feminismo, a transfobia, heterossexismo, xenofobia...  https://jornaldigital2006.wordpress.com/tipos-de-preconceitos/,

 

Nesse contexto percebemos a ampliação das maneiras de identificação e as nomeamos, enquanto assistimos o surgimento e a sofisticação de novas maneiras de nos digladiarmos.

 

A discriminação também é apresentada na bíblia, quando cita a busca de Jesus Cristo por formar o conjunto de discípulos no livro de Matheus 9:9-13 “11 Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: — Por que é que o mestre de vocês come com os cobradores de impostos e com outras pessoas de má fama?” Se apurarmos um pouco nosso olhar veremos a exclusão por profissão e a criação de premissas que estigmatizam. E esse pensar confrontado nessa época para valorizar o ensinamento de Cristo, chega à contemporaneidade para causar sofrimento em outras categorias e raças, como a dos negros e dos nativos brasileiros, mas não só a eles, pois muitas vezes encontramos estigmatizados, estigmatizando.

 

Subentende-se que não há nascidos preconceituosos, pois a sociedade é anterior ao indivíduo, como diz o sociólogo Émile Durkheim, quando cita o fato social, entretanto, essa mesma sociedade é também moldada e influenciada conforme a ação social citada por Max Weber.

 

Conforme Durkheim (1895), apud Bacharel e professora em história Juliana Bezerra: “[...] o fato social é o conjunto de regras e tradições que estão no centro de uma sociedade. Assim, o fato social obriga o ser humano a se adaptar às regras sociais.” Enquanto o pensar da ação social de Weber (1922), ainda apud Bezerra “[...]só existe quando os indivíduos estabelecem relações comunicativas com outros da sociedade, ou seja, ela ocorre através das relações sociais.”  https://www.todamateria.com.br/

 

Baseados nesses autores podemos então depreender que somos ensinados a ser o que somos, até preconceituosos... E para entendermos melhor essa questão, outros pensadores podem ser consultados como especificamente John Locke, o qual, detalhando sobre sua Tese da Tabula Rasa (1690), expõe que o humano nasce isento de conhecimentos e tudo mais é adquirido pelas experiências com a sociedade. Endossando a proposta, mas com um cunho mais ideológico, Jean Jacques Rousseau (século XVIII) afirma que o homem nasce bom, a sociedade é quem o corrompe.

 

Durkeim, Weber, Locke e Rousseau, cada um em seu tempo, mas todos voltados para afirmar que aprendemos uns com os outros, não nascemos assim ou assado, apenas nascemos. Diante de toda essa discussão, podemos inferir que ser preconceituoso, ou não, é opcional, mas nem tanto, se levarmos em consideração a imposição social da qual somos vítimas.

A Bíblia no livro de Lucas, capítulo 9, em um breve comentário de Jesus sobre o que o povo em geral falava sobre ele, e ouvindo as respostas, diz aos discípulos: e vocês o que dizem?

Aquelas pessoas, naquele tempo, também eram fruto do meio, influenciados e influenciadores, conforme os autores expõem, mas o que o mestre deles espera quando pergunta, e vocês o que dizem? Esperava uma resposta do senso comum, ou uma conclusão individual?

 

No século XVII, o matemático e filosofo René Descartes, buscando explicar a sua existência, cria a frase, “Cogito ergo sum” (penso logo existo), a qual, ainda é muito usada no mundo acadêmico. Essa máxima ressalta a importância do conhecimento de si mesmo.

 

Entendemos a partir das conclusões desses autores, a importância da reflexão sobre quem somos em nosso micro e macro mundo, e quiçá, a partir desse ato contemplativo de nossas ações e palavras, identificarmos o quanto atingimos os nossos pares com nossas taxas e influências particulares.

 

Então, quem sou eu, você, nós, nessa balburdia, preconceituosos ou não?

 

O preconceito não tem classe, somos todos preconceituosos, visto que estamos cheios de ideias alheias, mesmo assim, ainda nos propomos falar sobre autonomia, tal qual outra citação bíblica que diz: a boca fala do que o coração está cheio. Estamos exageradamente preenchidos de ensinamentos que buscam nortear a vivência humana, como se o conhecimento houvesse chegado a seu limite, ignorando que o limite da epistemologia é o próprio humano.

 

Assim como o movimento inócuo de um cão, correndo atrás do próprio rabo, discutimos a exclusão humana por humanos, como algo passivo de legalização legislativa, ou não, enquanto produzimos a cada dia novas formas de preconceitos.

 

O sistema incentiva com tapinhas nas costas aqueles que, de forma eloquente, discorrem sobre o assunto, aplaude as novas nomenclaturas e os premeiam com títulos, e com isso, vemos historicamente o aumento de frases de efeito, chavões, todavia, também nos deparamos com a popularização dessas produções, mas não notamos a proficuidade e redundantemente a efetividade de atos antipreconceito, outrossim, é facilmente perceptível, um esvaziamento de sentido, quando vemos verdadeiros exemplos de ditadores despontarem com seus discursos de exclusão, seguidos por defensores da liberdade e promoção humana, e ainda lideram pesquisas de aceitação popular.

 

Por outro lado, também encontramos pessoas públicas que desconhecemos atos de preconceito em sua vida, mas usa a questão em sua própria causa. e ao usufruir do sucesso, mantém o discurso e nada muda, porquanto, aumenta uma dependência.

 

Diante de todo o apresentado podemos concordar que é fácil identificar uma ação preconceituosa, doutores que somos na matéria, porém, enquanto não aprendermos a enxergar o outro e as ações que depõem contra a exclusão, ao invés de ficarmos reproduzindo discursos, manteremos estigmas e continuaremos ensinando às novas gerações como ressaltar nossas qualidades em detrimentos dos nossos pares.

 

Quando apresentamos o quanto somos originais, também salientamos o quão próximos estamos das origens. Quando aceitarmos que somos cópias e reprodutores, estaremos nos aproximando de uma vida verdadeiramente autóctone e com isso dando passos largos em direção ao protagonismo na história humana.

 

Quem somos? O que primeiro notamos no outro? Qual a nossa ideia sobre cor da pele, pobreza e inteligência? Será que esses parâmetros ajudariam a identificar diferenças, ou exporia preconceituosos?

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Referências


VASCONCELOS, Isabel et al. Concepções de loucura em um traçado histórico-cultural: uma articulação com o Construcionismo. Mental, Barbacena, v. 8, n. 14, p. 49-63, 2010.   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php? acessos em 10 abr.  2021.

 

SANTOS, Boaventura de Souza. Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitanismo multicultural: Introdução; para ampliar o cânone do reconhecimento, da diferença e da igualdade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. 

 

CORTELLA, Mario Sergio - Educação, Escola e Docência - novos tempos, novas atitudes – Ed. Cortez, 2014

 

FREIRE, Paulo - Pedagogia da autonomia – editora Paz e Terra – edição 55(2017)


Texto “preconceito/Discriminação”  https://jornaldigital2006.wordpress.com/tipos-de-preconceitos/  acesso 22/09/2022 14:29 h

 

BEZERRA, Juliana – Texto “O que é fato social?” https://www.todamateria.com.br/o-que-e-fato-social/  acesso em 23/09/2022

 

PORFIRIO, Francisco – texto Jean-Jacques Rousseau https://mundoeducacao.uol.com.br/filosofia/jean-jacques-rousseau.htm   acesso em 23/09/2022

 

MENEZES, Pedro – Texto O Estado de Natureza em Hobbes, Locke e Rousseau https://www.todamateria.com.br/estado-natureza/#:~:text=Rousseau%20afirma%20que%20o%20ser,mal%2C%20como%20os%20outros%20animais.  

 

O guia da filosofia - https://super.abril.com.br/ideias/o-homem-e-o-lobo-do-homem-thomas-hobbes/ acesso 26/10/25

https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Bandura acesso 26/102025

https://www.bing.com/search?q=quem+%C3%A9+Albert+Bandura&pc=GD01&form=GDAVST&ptag=3613 acesso 26/10/2

Jailton Ofamilajo
Enviado por Jailton Ofamilajo em 26/10/2025


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